A sociedade atual parece não considerar o idoso com o devido valor. Isso é claramente percebido quando se observa a quantidade deles em asilos, o modo como são tratados em diversas situações no cotidiano e, também, a ineficiência na aplicação das leis especificas para essa faixa etária.
Dependendo da idade ou da necessidade de uma pessoa, a família desta encontra-se incapacitada de atendê-la. Em função disso, procuram casas de repouso, acreditando que assim elas serão tratadas com o respeito, atenção e cuidados que precisam. Entretanto, não é essa a realidade dos asilos, estes, visam apenas os lucros, portanto não se preocupam com a qualidade dos serviços prestados, não oferecendo assim conforto e assistência médica adequados, transformando o que deveria ser a melhor idade num mártir para essas pessoas.
Convém ainda ressaltar que boa índole e caráter parecem estar fora de moda. Já que existem indivíduos que, por razões banais, se relacionadas aos traumas que provocam,atentam contra a integridade física e mental de pessoas cuja capacidade de reagir a tais atos fora esvaída com o passar do tempo.
Ora, uma vez que tenham sido criadas leis com o objetivo de preservar os direitos desses cidadãos acima de 60 anos, cabe principalmente aos órgãos de segurança e saúde instituídos pelo governo fazê-los valer, mas não somente. A sociedade tem grande parcela de responsabilidade, denunciando práticas que sugerem displicência na realização das leis do estatuto do idoso. Como, por exemplo, a violência doméstica e a demora no atendimento hospitalar.
Por conseguinte, é sabido que para o bom funcionamento das leis,especificamente ás relacionadas á terceira idade, é preciso que cada órgão cumpra perfeitamente a sua função, garantindo que sejam exercidos os direitos dessas pessoas,porque quem hoje defende e aplica esses princípios, tem a consciência de que quando chegarem, se chegarem a essa idade regozijar-se-ão dos benefícios obtidos em prol dessa classe.

